Expandir o acesso a remédios antirretrovirais
Entre 2001 e 2005, o número de pessoas fazendo terapia antirretroviral nos países de renda baixa e meia baixa aumentou mais de cinco vezes. Não obstante, em 2005, pelo menos 80% das pessoas que necessitavam dessa terapia ainda não a haviam recebido. Apesar da queda dos preços do tratamento, nem todos os países tiraram proveito das melhores opções de preço. Os remédios antirretrovirais de segunda linha — usados quando o paciente se torna resistente aos remédios de primeira linha — ainda são caros demais. É necessário uma nova redução dos preços para expandir o acesso ao tratamento.
Acesso universal a cuidados e tratamento
O mundo se compromete a buscar caminhos para garantir o acesso universal a cuidados e tratamento. Para atingir essa meta, são necessárias estratégias funcionais, tais como: aumento do conhecimento do status de HIV, reduzir o estigma, capacitação para sustentar o tratamento de HIV/aids, melhorar a gestão de abastecimento, promover a adesão ao tratamento, integrar os cuidados de HIV/aids com outros cuidados de saúde e intensificar o monitoramento dos pacientes.
Assegurar a eqüidade quando o acesso ao tratamento se expande
Não é incomum que as pessoas mais vulneráveis e pobres tenham menos acesso ao tratamento. A OMS e a UNAIDS recomendaram que os países empreendessem ações para suprimir esse problema. As recomendações incluem: estabelecer um órgão de assessoria ética, entrar no diálogo público sobre a acesso igual ao tratamento de HIV, e desenvolver e impor políticas e sistemas de avaliação para promover oportunidades iguais de tratamento.
Expandir o acesso ao tratamento e o acesso à prevenção de HIV
O Grupo de Trabalho Internacional Global de Prevenção de HIV ressalta a urgência em aumentar o acesso ao tratamento, mas ao mesmo tempo, também o acesso aos programas de prevenção. As pesquisas mostram que a combinação de ambas estratégias seria a mais efetiva para reduzir as infecções de HIV.